Fofuras da Kah

Depois de um dos melhores títulos que qualquer matéria desse blog já teve (por favor né hahaha) e uma blogueira que tá reaprendendo a digitar – no sentido quase que literal da coisa toda-  eu vim dizer para vocês que: AHAA voltei! Ou quase isso hehe!

Nesses últimos 2 meses tenho que confessar eu fui Preguiçosa com P maiúsculo. Mas eu precisei disso, e vou ter que dizer, ainda preciso! Eu amo compartilhar cada pedacinho do meu dia a dia com vocês. Um dia a dia que é real ao cubo. E dessa vez  eu vim com uma série de fotos VERDADEIRAS (não que qualquer outra que rola por aqui seja falsa), mas com fotos que não sejam pensadas antes de serem clicadas, e que na real, esbocem o que tem sido minha vida nesses meses em que sumi, da forma mais verídica possível. Não tem sido um conto de fadas, a menos que a Cinderela tenha virado uma vestibulanda, e minha fada madrinha um orientador de redação, mas tem sido a minha vida. Estudar, estudar, estudar, e nas horas que dá, descansar.

1- E eu até que poderia sim virar uma master zombie e dar a louca utilizando o tempo livre que tenho tido para trabalhar. Mas cara, minha saúde mental e física agradece por trocar matérias, posts e sessões de fotos, por leituras leves e desimpedidas e episódios inacabados das minhas séries favoritas. Eu amo isso aqui. Amo fazer parte de algo que é maior do que eu. Mas são questões de prioridades. E hoje as minhas são driblar esses cães de guarda que se chamam: vestibular e prova de Cambridge rs!

2- Naaaah,  e quando se fala em tempo livre, uma das atividades que tem mais me relaxado (o que lá não anda sendo muuuito fácil não), é fotografar, observar e viver um caso de amor com a imensidão do céu <3

3- COMIDAAAA! Sim, estudar e pode anotar ai, me mudar para outra cidade, enquanto acontecem as provas de vestibular, da escola e do inglês, mais importantes da sua vida, gastam uma baita de uma energia. Por isso dieta queridos, é coisa do passado haha!

4- Outro fato importante, esses dias fui dar uma estudada\passeada\fazeroqueeumaisamonomundo e visitar a exposição do Di Cavalcanti na Pinacoteca. Eu nunca tinha entrado naquele lugar, e senhor o que que é quilo meodeos?

5- Crescer tem sido uma palavra que tem matutado na minha cabeça ultimamente. Sempre me considerei uma menina madura pra minha idade, mas é verdade eu ando assustada. Assustada por ir morar sozinha, por deixar a casa dos meus pais, por ter tido um ano tão turbulento e ao mesmo tempo tão maravilhoso. E principalmente por ver que “presentear é quando a vida nos dá um hoje novinho”, e o meu tá esperando para ser traçado…

Tenho sim ainda muito o que ler, o que fazer, e o que revisar. Mas simm, eu sou humana e gente como eu morro de saudades disso daqui! Sempre que abro o ícone do Instagram ou clico no site com uma flor rosinha nos  meus favoritos. E por isso mesmo resolvi passar e dar um alô. Inspirar, respirar e ver que meu porto seguro ainda tá de pé. Até porque agora descobri que posso chamar três lugares no universo de “lar”, minha casa, meu apê e aqui <3

EEEEE CALMA AI! Não esqueçam de conferir a matéria das meninas, e nem de ficarem ligadinhos no blog hein?? Já já esse furacão passa e a rainha desse castelo retorna hahaha!

Bia // Paula // Renata // Vivi // Joyce

Até mais ver terráqueos!

xoxo

                                                                                                🌸🌵✨

A gente tenta, tenta, tenta e nunca dá certo. Hora de desistir? Com certeza. Desistir das reclamações, do desânimo, da falta de vontade (que a gente nem sabia que a gente tinha). Tirar esses itens do porta-malas deixa a viagem mais fácil, e sem dúvida alguma, mais leve!

Vocês sabem eu sou super sonhadora. Daquelas que precisam de uma âncora pra não sair flutuando por aí. Eu sonho acordada e trabalho enquanto durmo. É engraçado pensar que sonhar ainda faz parte da bolha em que vivemos, ou pelo menos, na que eu vivo. Mas tem hora que a gente precisa parar, precisa fazer o básico da vida, res-pi-rar!

Tem sido complexo ter que deixar o blog quase que de lado nos últimos meses. A organização que eu vinha tendo passou a ser desorganizada depois de certas marolas que as águas da vida dá, mas é uma questão de timing, tudo é. O blog é sem dúvida minha paixão, mas agora, não mais a minha prioridade. Toda minha energia deve (e está) focada no vestibular, não tem jeito, é aquela famosa fase “ou passa ou passa”.

E vai passar, eu acredito, tudo passa (até uva haha). Por isso, minhas sinceras desculpas por minha ausência. Por não estar mais compartilhando meu dia a dia com vocês como eu fazia. A menos que vocês queiram ver livros e mais livros, agora é hora de ficar um pouco reservada. Um pouco compacta no meu mundinho.

E acreditem, não é fácil. É muito estranho na verdade. Faz tempo que não fotografo, que não escrevo e que não produzo, coisas que até pouco tempo estavam na minha rotina. Mas não se enganem, eu não desisti, ou pelo menos, desisti apenas por hora. Não vejo a hora de conseguir estar outra vez nesse universo que criamos juntos. Mas por enquanto deixo vocês com matérias menos complexas, fotos descasadas e rascunhos,  definitivamente, rascunhados.

A hora certa vai chegar.  Eu, e não somente eu. Você ai  vai passar no vestibular, você vai arranjar um emprego, você vai achar o amor, ou ele vai te achar, você vai continuar, a sua hora vai chegar!

Até mais ver terráqueos! (como eu tava com saudades de digitar isso *–*)

xoxo

                                                                                                🌸🌵✨

Abri o ícone verde que quase sempre foi a Itália dos meus romances italianos (daqueles que ainda por cima não dão certo), e avistei logo no topo uma mensagem que me chamou atenção, dentre as nenhumas outras, demais.
-Lari: “vc tá bem?”
“Olha eu tenho algumas (constantes) recaídas, mas acho que tô bem. É como muitas pessoas falam: tô indo. Agora pra onde, não sei. Tudo de um ponto especificamente nada específico, para cá, passou a girar em torno de uma especificidade gerenalizada. Calma não é minha mania de falar difícil amiga, é só o que eu tô sentindo. Eu tinha acreitado nos acasos de suas certezas, e ele na certeza do meu acaso, então eu acho que só tô sobrevivendo a essa bola de neve.”
Apaguei. Ela não precisava saber o quanto eu ainda sofro por ele, por mais que sua preocupação seja óbvia. Digitei as duas únicas letras que unidas me tirariam da zona de perigo de desabamento de corãção pós-partido, “tô”.
Não era verdade. Ou talvez até fosse. É engraçado pensar agora que a vida é completamente fracionária. E que as medidas de felicidade vem com frações significativas de todos os sentimentos (muitas vezes legendados). É quase como que se para alcançar o bem estar, seja necessário antes tomar uma pitada de mal estar, só para começar o dia, e ai sim viver o bom da vida. Até porque, nem as máquinas tem um rendimento de 100%, então por que a vida teria?
Voltei a apagar o que em uma versão bem mais prática, eu tinha escrito. Aquilo ainda não tava bom, e de forma alguma, passaria pelo polígrafo que era a Larissa. Eu realmente tava bem. Bem em relação a faculdade, em relação ao meu trabalho, de bem com meus pais, só não, de bem com lado bom da vida. Quase todo mundo que eu conhecia (e que conheço), ainda falam que se apaixonar é o verdadeiro lado bom da vida. E eu venho tentando conhecer esse lado. Atos falhos, confesso. Mas ainda sim tentando, coisa que ela, muito bem, sabia.
“Sabe, ainda me machucam certas coisas, como ver que ele assim tão rápido, já tá com outra. Acho que eu não fui tudo aquilo que ele falava… mas vida que segue.Tô ótima, e tô indo (em frente, espero rs). Se você quiser sair para tomar alguma coisa esse fim de semana, topo umas poterinhas no sábado. Chama as meninas. Pode deixar que eu reservo a mesa. Tô precisando encontrar novos amores para a minha coleção rsrsrs”
Enviei.

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Até mais ver terráqueos!

xoxo

                                                                                                🌸🌵✨

 

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