Fofuras da Kah

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O básico, ins-pi-ra. O ar é rarefeito, mas é efeito de tudo o que você sonhou. O mundo gira, a fase é nova, mas lembre-se, ex-pi-ra. 6205 dias se passaram, e infinitos estão por vir, e ainda sim olhe para o mundo do lado de fora, e de novo, res-pi-ra. A graça da galáxia está nas tentativas, então viva, e não pira .

 Você provavelmente já sentiu aquelas borboletas (há quem diga malditas) no estômago que nos fazem sorrir com os olhos e olhar silenciosamente para o mundo lá fora e falar: “que venha esse mundão, que eu consigo”. Isso muito provavelmente porque você já passou por muita coisa. E quando a gente fala de muita coisa, vale dizer (e pois bem, lembrar) de todas as suas tentativas -algumas frustradas- de fazer o universo viver menos do tal do touch e mais do bom e velho toque. Vale dizer, que todos os caras não correspondidos, mensagens apenas visualizadas e ficadas mal terminadas te ensinaram que o que melhor um ser humano pode fazer dessa vida, são boas lembranças.
Por isso é válido dizer que você é incrível. Não só porque você tem um jeitinho teimoso de tentar transformar casos apenas sonhados em romances duradouros de (muitos) verões, mas porque você sempre foi essa pisciana sonhadora ao cubo, que tem Beatles como mantra, Star Wars como melhor amigo, filmes culti colecionados, e ainda muito mais livros da sua biblioteca pessoal para serem lidos.
Você é incrível não por não ser a marciniana que você sempre acreditou que você fosse, mas por ser essa essa mera mortal que mora aí na terra e que vive escrevendo sobre o que acontece lá nas estrelas.
Há quem diga que você tem uma maneira estranha de levar a vida. Mas para uma colecionadora de experiências, risos e sorrisos, você é a melhor face de você mesma. Alguns dias maquiada, outros pijamada e em vários deles largada. Uma criança aprisionada nesse corpo de moça com cabeça de gente grande, que adora discutir literatura e além disso jogar muita conversa fora. O tipo de pessoa que ama ir a museus e exposições de arte, e que aos domingos assiste desenho e cartoon animado. Você é incrível sim, e acima de tudo, você não está acima de ninguém, pois você é real, e aperfeiçoada, e assim como todos os terráqueos, humana.

Essa “você” sou eu. Mas pode ser você, pode ser a senhorinha da padaria, pode ser qualquer menina, que com todas as suas desformas, sabe como ser linda!

Abri o ícone verde que quase sempre foi a Itália dos meus romances italianos (daqueles que ainda por cima não dão certo), e avistei logo no topo uma mensagem que me chamou atenção, dentre as nenhumas outras, demais.
-Lari: “vc tá bem?”
“Olha eu tenho algumas (constantes) recaídas, mas acho que tô bem. É como muitas pessoas falam: tô indo. Agora pra onde, não sei. Tudo de um ponto especificamente nada específico, para cá, passou a girar em torno de uma especificidade gerenalizada. Calma não é minha mania de falar difícil amiga, é só o que eu tô sentindo. Eu tinha acreitado nos acasos de suas certezas, e ele na certeza do meu acaso, então eu acho que só tô sobrevivendo a essa bola de neve.”
Apaguei. Ela não precisava saber o quanto eu ainda sofro por ele, por mais que sua preocupação seja óbvia. Digitei as duas únicas letras que unidas me tirariam da zona de perigo de desabamento de corãção pós-partido, “tô”.
Não era verdade. Ou talvez até fosse. É engraçado pensar agora que a vida é completamente fracionária. E que as medidas de felicidade vem com frações significativas de todos os sentimentos (muitas vezes legendados). É quase como que se para alcançar o bem estar, seja necessário antes tomar uma pitada de mal estar, só para começar o dia, e ai sim viver o bom da vida. Até porque, nem as máquinas tem um rendimento de 100%, então por que a vida teria?
Voltei a apagar o que em uma versão bem mais prática, eu tinha escrito. Aquilo ainda não tava bom, e de forma alguma, passaria pelo polígrafo que era a Larissa. Eu realmente tava bem. Bem em relação a faculdade, em relação ao meu trabalho, de bem com meus pais, só não, de bem com lado bom da vida. Quase todo mundo que eu conhecia (e que conheço), ainda falam que se apaixonar é o verdadeiro lado bom da vida. E eu venho tentando conhecer esse lado. Atos falhos, confesso. Mas ainda sim tentando, coisa que ela, muito bem, sabia.
“Sabe, ainda me machucam certas coisas, como ver que ele assim tão rápido, já tá com outra. Acho que eu não fui tudo aquilo que ele falava… mas vida que segue.Tô ótima, e tô indo (em frente, espero rs). Se você quiser sair para tomar alguma coisa esse fim de semana, topo umas poterinhas no sábado. Chama as meninas. Pode deixar que eu reservo a mesa. Tô precisando encontrar novos amores para a minha coleção rsrsrs”
Enviei.

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Até mais ver terráqueos!

xoxo

                                                                                                🌸🌵✨

 

heheÉ complicado, a gente sabe! Tem vezes (e muitas) que bate aquela bad, aquele desânimo. E ai? A gente faz o que? Como minha vó falava, é só espantar a tristeza pro lado! haha. E por mais que essa não seja uma coisa lá muito fácil, ainda mais quando a gente não tá em um dia pra lá de muito bom, ainda é algo pelo qual nós precisamos passar! E já que esses dias, eu mesma, andava com uma vibe meio que pra baixo (nada que uma tpmzim e a saudades do broog não explique hehe), resolvi compartilhar hoje com vocês algumas  3 coisas que eu faço, no meu dia a dia, e que você ai também pode fazer pra literalmente por um fim nesse seu lado negro da força, e voltar a lutar contra o império!👽✨

L I G A R  O  S O M: Eu sei,  eu não vou falar que não vai parecer clichê, porque vai! Mas se tem uma coisa que pode te ajudar a fazer essa  fase dark passar é dar o play naquela sua playtist mara! Mas ó: nada de música de melodrama, desastre amoroso, ou de fundo do poço! A ideia é ser feliz e não te afundar mais pro fundo dele! Se alguém quiser uma pra ligar agora mesmo, o Kevin, um dos meus melhores amigos, tem uma play maravilhosa no Spotify pra quem curte um sonzinho eletrônico (vou deixar o link aqui, pros curiosos de plantão). Kevin não me mata

P O R  O  P A P O  E M  D I A: Uma coisa que (s-e-m-p-r-e) me ajuda, é jogar conversa fora. Sério mesmo! Nada de papo cabeça, ou aqueles assuntos mega intelectuais! Falar bobagem mesmo, dar risada, e rir literalmente do nada. Eu sei que parece tosco, mas acredite em mim, faz uma baita de uma diferença! Conversar é uma coisa que sempre vai te ajudar! Seja nos momentos mais hard da vida, ou naqueles mais good vibes 🙂

D A Y   I N OF(LINE): Já tá cansada e de saco cheio da vida, e a única coisa que você consegue pensar é quanto tempo falta pra você dormir, mesmo tento trilhões de coisas pra fazer? Calma ai miga que a receita é bem fácil: que a pressa é inimiga da perfeição isso a gente já sabe (a a preguiça também viu?). Por isso, antes de tentar atropelar a rotina pra fazer t-u-d-o que tá na agenda, pega um dia, uma tarde, uma manhã, uma horinha… que seja, pra você literalmente não fazer nada! Além de acabar optando por uma atividade que te faça sorrir de orelha em orelha, como ler, escrever, desenhar, ou simplesmente ligar o netflix, quando você tiver que voltar pra vida real, suas energias, e o bom humor, vão estar recarregados!!

Oia, como a correria por aqui tá intensa por conta do curso do Marangoni que eu tô participando esse final de semana (tô cobrindo tudo pelo snap e pelo insta viu? @fofurasdakah me segue por lá pra ficar por dentro de tudo), os posts durante esses dias vão ficar mais simples e peladinhos haha, mas semana que vem tô de volta ok?

Espero ter trazido um pouquinho de leveza pro dia de vocês! Agora me contem: O que deixa seu dia mais colorido?Ahh e não esqueçam do nosso mantra: “may the good vibes be with you” haha

Até mais ver terráqueos!

xoxo

🌸🌵✨

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