Fofuras da Kah

Okay vai, eu falei que eu ainda era bailarina e tá ai o resultado! Michael Jackson em uma versão Kah, tão estilosa quanto, e com sapatos, talvez mais divosos! haha. Minha ideia para esse look era trazer um pouquinho do brilho de Hollywood para o dia! O resultado saiu ousadinho? Com certeza! Confortável? Yeaaah baby! Vem conferir mais um pouquinho dele aqui embaixo!

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Eu larguei mão. Calma não surtem ainda. Mas é verdade, eu precisava de um tempo para me recarregar, e ai aconteceu, eu larguei mão. Larguei mão do blog, do insta, de tudo. Mas acho que isso é síndrome de blogueiras reais. Blogueiras que não se encaixam naquele padrão perfeito que a sociedade blogástica prega. Eu não sou, nunca fui, e nunca serei perfeita. E muito menos o meu feed no Instagram, ou as fotos e matérias desse blog. Eu tô quase sempre de pijama, meus stories -quando eu faço- são sem make, porque make é para sair e olhe lá, meu cabelo é bagunçadinho sim (e amo ele assim), não faço questão de mil curtidas e comentários (ou seguidores), porque para mim vocês -leitoras (e)- são mais do que isso, são minhas amigas (os). Agora meu feed, calma lá que a gente já fala sobre isso.

Recebi há uns meses atrás um comentário de uma leitora de passagem, falando que minhas fotos não eram reais, e que não condiziam com o meu estilo de vida. Pera ai, vamos lá:  confesso aquilo me machucou. Eu ficava lendo e relendo aquilo, “cara será que eu me tornei uma daquelas meninas que compartilham a vida que não tem?”. Mas ai eu cheguei a conclusão que não, definitivamente não. Eu sempre defendi que toda blogueira é (ou pelo menos deveria ser e ter uma vida) real. A gente nem sempre tá bem, nem sempre tá linda, e nem sempre com aquele look do dia que não seja pijama. E por mais que tudo isso seja pelo menos a minha realidade, ter um feed organizado também é!

As fotos nem sempre estão boas, e na maioria das vezes São Pedro não ajuda! Mas eu tento. Tento manter um Instagram organizado, e ao mesmo tempo real. Não vou me culpar por tentar ter (o que eu não acredito que exista, porque pelo menos o meu, muda com o meu humor) “feed perfeito”. Quando você passa a trabalhar online é importante se ter uma identidade visual que seja bonita, e mais importante você!

E é justamente isso que meu feed é: eu! Não é perfeito, e tá longe se ser. As vezes organizado, as vezes bagunçado. Fotos clarinhas sim, porque é o meu estilo de fotografar e compartilhar com vocês meu dia a dia. E mais do que isso, uma maneira de conversar, e conhecer vocês de pertinho!

Então desculpa mundo, e universo dos feed não organizados, eu vou pelo menos tentar organizar o meu, assim como eu tento organizar minha vida (frustradamente haha). Um beijinho no ombro para quem acha que eu não sou, mas é fato: eu sou real, e tudo o que eu compartilho com vocês é meu dia a dia e meu estilo de vida SIM! E para quem quiser acompanhar é só me seguir no insta @fofurasdakah \0/.

Até mais ver terráqueos!

xoxo

                                                                                                🌸🌵✨

Tem gente que quando o coração aperta ou se vê se afogando na rasa superfície da Terra, bebe ou então muitas vezes fuma, ou simplesmente acaba com a vida (de todas as maneiras “vivas possíveis”). Eu escrevo. Sempre foi assim. Ou pelo menos, sempre, desde que eu me lembre. Eu escrevo, e ponho pra fora, um pouquinho do que eu tenho aqui dentro. Sem dúvida alguma é meu maior vício, mas com certeza não o único.
Fui criada para o mundo, por um mundo de sinestesias. Desde pequena. Enxergo a vida com outros olhos. Os meus. Enquanto muita gente por ai tenta mudar, tenta se encaixar em visões muito específicas, eu, nunca fiz muita questão de deixar de ser peça de um outro quebra cabeça. Confesso, muitas vezes até tentei ser aceita, ser perfeita dentro do que era imperfeito na minha visão, mas como vocês podem imaginar. Não deu muito certo. Hoje tenho um grupo -ótimo por sinal- de amigos, daqueles de levar para o resto da vida, mas que só fiz quando parei de tentar ser aceita nos grupinhos de fumar e beber, para focar no meu grupo, o de escrever.
As vezes a gente só tá sendo a peça do quebra cabeça errado. Isso não diminui, ou deixa de quantificar o nosso valor. Mas quando o coração apertar, vale se apegar aos nossos vícios bons (e saudáveis por favor) da vida.
Como eu estava falando, eu tenho vícios. Escrever é um deles, e com certeza o mais fácil de realizar. Viajar é o segundo e talvez o não tão fácil assim da história toda. E o terceiro é arte, em todas as suas formas possíveis.
Por isso, enquanto você ai tenta ser outra peça desse mesmo quebra cabeça, tente pelo menos acender a pessoa incrível que tem dentro de você, beber uma dose de confiança, e dar um salto de esperança de que uma hora, você vai conseguir parar de quebrar a sua cabeça, tentando ser essa peça que você, definitivamente não é.

Até mais ver terráqueos!

xoxo

                                                                                                🌸🌵✨

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