Fofuras da Kah

Essa é uma daquelas série de fotos que não, não deram certo haha (acontece, vida real né??), mas que saíram com um resultado super legal *–*

Eu queria fotografar algo com uma carinha de vintage cosmopolita.  Okay pode não ter saído exatamente como eu planejei, mas posso falar que me diverti muuuito durante os takes, e o resultado? Que saiu estranhamente legal? Você confere agora!

Pode acreditar! Essa saia ai fui eu que fiz! Ando com um amor platônico por peças midis (quem ai também curte essa pegada?) e resolvi botar a mão na massa para fazer algo com cara de anos 60. Ela tá meio larga -dukan dando um alô- mas a intenção é o que vale!

Esse não é exatamente o tipo de look que eu uso no meu dia a dia. Até porque por aqui é impossível andar de salto (o que é triste, já que eu AMO andar nas alturas hehe). Mas é um daqueles looks divertidos que eu passei a adotar na hora de fazer umas fotos um pouco mais conceituais!

O QUE EU VESTI?

Saia: eu que fiz *–* // Salto: Schutz  // Chapéu: A chapelaria // Bolsa: Le Postiche // Blusa: Marisa

Eu sei, esse look e as fotos dessa matéria em especial ficaram bem alternativas. Mas quer saber? Eu AMEI o resultado, e não poderia deixar de compartilhar com vocês uma das fotos mais engraçadas que eu fiz por aqui esse ano! Não deixem de me contar o que vocês acharam hein??

Até mais ver terráqueos!

xoxo

                                                                                                🌸🌵✨

Foi amor instantâneo, ou como alguns por ai falam, a primeira vista. Não teve jeito, eu simplesmente não resisti quando vi esse chuchu nas prateleiras de uma das minhas livrarias preferidas no mundo (Chapters me nota pfrv ) e acabei gastando meus últimos -e por favor muito bem gastos- 22 trumps nessa belezinha das fotos de hoje, que adquiri enquanto corria de uma ponta a outra do aeroporto de Toronto ~sim eu tava atrasada, e sim eu ainda parei para comprar um livro, me julguem haha. Fazer o que né, quem é bookaholic entende a amiga aqui! *–*

Eu demorei uma penca (oia foram quase 14 meses) pra finalmente ler ele, e olha por um motivo beeem específico: eu tava com medo de me decepcionar. Parece ridículo, mas é verdade. Quando um livro vem em uma edição maravilhosa e trata de assuntos que você ama muito de paixão (nesse caso a Itália e histórias de amor) eu quase sempre fico com um pé na cova -ou  melhor, atrás- maaas graças aos deuses literários e a Jenna, esse livro é duas coisas: um amor e meu mais novo romance romântico preferido <3

            “As pessoas vêm para a Itália pelo o amor e pelo gelato, alguém diz a ela, mas às vezes elas                            descobrem muito mais.”

Resolvi copiar e colar a sinopse dele aqui em baixo pra já deixar vocês familiarizados com a história da Lina, mas já já tem comentário meu vindo ai, podem ficar de boa!

Sinopse: Um verão na Itália se transforma em uma viagem pela Toscana nesta história cheia de romance, mistério e aventura. Lina está passando o verão na Toscana, mas ela não está no clima para a famosa paisagem de “sol e conto de fadas” da Itália. Ela está lá apenas porque sua mãe estava morrendo e queria que ela conhecesse seu pai. Mas que tipo de pai é esse que não esteve por perto por dezesseis anos? Tudo que Lina quer é voltar para casa. Mas então, Lina recebe um diário que sua mãe escreveu quando viveu na Itália. De repente, Lina descobre um mundo mágico de romances secretos, arte e padarias secretas. Um mundo que inspira Lina, juntamente com o tão charmoso Ren, a seguir os passos de sua mãe e descobrir um segredo que foi guardado por muito tempo. É um segredo que vai mudar tudo o que ela  sabia sobre sua mãe, seu pai e sobre si mesma.

Acho que a sinopse resume bem o livro.  Ele não é  de uma leitura extraordinária, difícil ou carregada (por mais que eu tenha lido a edição em inglês). Na verdade posso dizer que ele é tudo isso que eu falei mas exatamente ao contrário. É um livro calmo, tranquilo de se ler. Tem uma leitura e uma história bem levinha. O romance tá lá presente -e é um daqueles romances adolescentes de se encher o coração e terminar cada página com um sorrisão rs- mas não é o foco principal da narrativa, o que eu achei simplesmente genial!

“Você sabe, as pessoas vêm para a Itália por todos os tipos de motivos, mas quando eles ficam, é pela mesma razão.”“Qual?”“Amor e sorvete.” 

Se você tá procurando um livro que por mais que seja extenso (ó são duzentas e poucas páginas) seja rápido e super gostosinho de ler (daqueles que você lê 70 páginas de uma só vez), eu não tenho indicação melhor! É um romance e tanto!

Ok Kah, e falando de romance, se o foco não é esse, porque você considerou o seu romance preferido ever? Porque gente, o romance tá lá, nas pequenas coisas, nas sutilidades, e é lindo de se ler! Sério!

 

Não vejo a hora de começar minha próxima leitura! Alguém ai tem alguma indicação para me fazer? Aceito sugestões de livros em inglês e português (italiano e espanhol também viu). Recomendem aqui em baixo pleaaaase! Ahh e alguém já tinha ouvido falar desse livro? Tem dele em português agora viu? Pra comprar só clicar aqui <3

Até mais ver terráqueos!

xoxo

                                                                                                🌸🌵✨

A infância sempre (me) vai ter um cheiro muito específico. Lembro de acordar cedo logo pelas manhãs de sábado e domingo, e já me encontrar em pleno baile de máscaras. Sempre foi assim. Entre um cambaleio e outro, eu ia trocando os pedaços remendados dos sonhos que ainda estava tendo, por rodopios em meio aquele mar de cifras delicadas e o cheiro marrom e marinado do café agora moído e passado. Era quase sempre assim. Manhãs embaladas a vinis dos grandes clássicos (Mozart e Beethoven quase sempre, e Beatles e Queen quando as manhãs não amanheciam chuvosas no tempo e na alma). E claro, ao café que papai moía e passava logo por quando o sol ainda estava para deixar de iluminar a escuridão, para iluminar o dia.

Eu amava aquele cheiro. Ainda amo. Cheiro de terra perfumada que quando chove, aflora.  É engraçado, as pessoas geralmente bebem cafeína para tornarem o presente mais duradouro, quase sempre, enquanto lutam pelo futuro do amanhã. Elas bebem para compensar os sonhos mal sonhados, o tempo que não fora perdido, e para se manterem acordadas em pesadelos onde existem monstros “já crescidos”. Eu bebo para reviver o passado. Para voltar a ser criança e principalmente para sonhar acordada com o passado que já foi vivido.                                

As pessoas crescem e se esquecem. As pessoas crescem e se perdem. Mas acredite, ainda há crianças  que crescem e sobrevivem. Porque cada um de nós, em meio a uma correria ou outra, pode encontrar a felicidade em meio a uma xícara de café e outra qualquer..


Geralmente eu não sou de falar (ou comentar) muito quando compartilho meus textos por aqui. Fato! Pode reparar, quase sempre as matérias que tem conto\ou\crônica embutidos vem com meros comentários de rodapé! Vai falar que não?? E eu até  que podia seguir essa ordem hoje também. Por que não né? hahaha! Mas tenho que pedir um bilhão de desculpas por ter evaporado no final da semana. Gente não foi na maldade tá? Eu até que tinha uma programação toda bonitinha das matérias e tudo mais, mas né a vida é imprevisível, e eu acabei ficando atolada num mar de aulas do cursinho! Um bilhão de desculpas! Eu não esqueci de vocês não (juro).

Até mais ver terráqueos!

xoxo

                                                                                                🌸🌵✨

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